ATENÇÃO: Fazendo um tutorial básico na hora de reblogar os posts, se gostarem dê like ou reblog para ajudar as outras pessoas.

O tumblr tem uma opção no hora de reblogar que nem todo mundo sabe, que é o REBLOG AS. Ele fica ao lado do titulo REBLOG PHOTO (Text, Quote, Link, etc) AS… clicando nesse “AS” você tem mais algumas opções disponíveis para reblogar, isso é muito util para aqueles que assim como eu não gostam de reblogar quotes grandes e mudam para textos, ou vice-versa. Espero que ajudem em algo, coloquei as imagens para dar uma simplificada, é só clicar que ela aumenta. :)



“Penso sempre que um dia a gente vai se encontrar de novo, e que então tudo vai ser mais claro, que não vai mais haver medo nem coisas falsas. Há uma porção de coisas minhas que você não sabe, e que precisaria saber para compreender todas as vezes que fugi de você e voltei e tornei a fugir. São coisas difíceis de serem contadas, mais difíceis talvez de serem compreendidas — se um dia a gente se encontrar de novo, em amor, eu direi delas, caso contrário não será preciso. Essas coisas não pedem resposta nem ressonância alguma em você: eu só queria que você soubesse do muito amor e ternura que eu tinha — e tenho — pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.””

— Caio Fernando Abreu


Aquilo era novo, esse “esquecer a mão” perto da mão do outro, dos batuques entre os dedos, se entrelaçando aos poucos entre uma brincadeira e outra, até se juntarem completamente. Não sabia o que estava acontecendo, não fazia ideia no que pensar, era mais do que conforto e em meio ao seu estado absorto, ela descobriu que estar ali, sentada de mãos dadas com ele, era deveras prazeroso. (M.d.U.A)

Aquilo era novo, esse “esquecer a mão” perto da mão do outro, dos batuques entre os dedos, se entrelaçando aos poucos entre uma brincadeira e outra, até se juntarem completamente. Não sabia o que estava acontecendo, não fazia ideia no que pensar, era mais do que conforto e em meio ao seu estado absorto, ela descobriu que estar ali, sentada de mãos dadas com ele, era deveras prazeroso. (M.d.U.A)


Anonymous: todo o tempo ao seu lado é pouco 

Quem é nessa ask? :/


Postado a 11 hours ago |
A gente diz “eu não gosto” por gostar. “Te odeio” querendo amar. “Se cuida” com vontade de cuidar. “Me abraça” querendo abraçar. A gente reclama dos que se foram, mesmo quando não fizemos nada para ficar.
Luana Rabello, ac-alma. (via l0uca)


Sentada em um balanço, daqueles duplos, de madeira e meio descascado, Alice olhava para o céu, sob o sereno da noite. Agora são só lembranças. Ela encara as estrelas e a Lua, como se em cada brilho estivessem as palavras de um passado recente.

- Se você for pensar, olhar para o céu é uma coisa muito preciosa. Ao nosso redor, tudo o que vemos é um reflexo do “agora”, mas as estrelas são o brilho do passado. Muitas já nem existem e por isso a Lua vive em um luto profundo. - Ele dizia.

- Por que a Lua vive de luto? - Alice, como sempre, encantada com tudo o que aquele garoto demonstrava.

- Ela vive em um cemitério, aonde os amantes fazem juras eternas para alguém que é cada vez mais sozinho. Ela escuta todos os dias coisas sobre o amor, mas ela não pode experimentá-lo. Já pensou o tanto que isso é triste?

Ironia do destino, ela ria desesperadamente. Ria tanto que começou a chorar. Os soluços chacoalhavam o seu corpo magro que parecia que aquela moça dos cabelos cor topázio ia se quebrar. Ela era a Lua. Ela era a pessoa que escutava sobre o amor, e o sentia; ela era a pessoa que amava e não podia de certo modo experimentar aquele sentimento doce, só o gosto amargo da rejeição. “O amor só é amor se estiver funcionando em ambos os lados, o amor só é amor se não for vivido em singular.” E ouvindo o rangir do balanço, com o rosto submerso em lágrimas, ela não conseguia conter os flashes de outrora. Aqueles olhos, aquele sorriso e o jeito como ficava vermelho… Ou o timbre da voz descrevendo devaneios que ela custava entender. Agora ela já não podia sentir o calor dele em um abraço apertado, ou escutar o coração dele batendo forte em um tun tun tun descompassado. Ela era a Lua, sozinha, imersa no passado.

- Eu adoro quando você diz que fica, quando você se declara, quando ‘todo o tempo ao seu lado é pouco’ sai da sua boca. - Alice pronunciava cada palavra com tanta paixão e fragilidade, tão ingênua e indefesa.

- E eu falo de coração, minha pequena. Te quero ao meu lado por toda a eternidade. - E as palavras desse garoto soaram verdadeiras que ela se aconchegou ainda mais em voltas dos braços dele, em plena paz por acreditar que seria para sempre.

E não era. O céu da noite podia sentir sua dor, em luto. O vento cantava músicas melancólicas através do balançar das folhas para combinar com seu humor. Vazia. Em um cemitério de sentimentos. Ela não sabia, mas ele não tinha contado a história toda. No céu também pode-se avistar o Sol. De um jeito claro e quente. Ela não faz ideia de que um dia a escuridão se esvai e o calor toma conta da alma novamente. Que a dor passa e aquela fratura exposta cicatriza. A moça não sabe que com o tempo ela irá se recompor e nem acreditaria se alguém lhe contasse. Para ela, tudo é sinônimo de tristeza. Mas anote então nas entrelinhas: um dia ela irá se consertar.

(M.d.U.A)


O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço.
Caio Fernando de Abreu   (via desejo-lhe)

Havia me esquecido como era bom esse aconchego, essa reciprocidade, mas você apareceu na minha vida para mostrar que nem tudo são tragédias. Ao chegar perto da luz no fim do túnel pude te encontrar, com seus olhos cintilantes iluminando meu caminho e seu sorriso maravilhoso me aquecendo nessas manhãs frias. Estando aqui ao seu lado, lendo os títulos dos seus livros de cabeceira e vendo as suas figuras de ação na escrivania, reparando nessa forma adormecida de um anjo azul e o jeito calmo de sua respiração enquanto tomo um chocolate quente, me sinto plena, porque sei que meu coração está em bons cuidados, porque sei que o meu lugar é ao seu lado. E essa plenitude só você consegue me dá, uma rara calma que eu já desconhecia. Pego um livro teu e começo a ler para distrair desses meus pensamentos, mais ao mesmo tempo me pergunto se é comigo que estás sonhando, esbanjando um sorriso bobo só de pensar nessa possibilidade. Então você acorda, me olha com esses olhinhos de bola cheio de brilho de um tolo apaixonado e com o seu “bom dia meu amor” vejo que fiz, finalmente, a escolha certa. (M.d.U.A)

Havia me esquecido como era bom esse aconchego, essa reciprocidade, mas você apareceu na minha vida para mostrar que nem tudo são tragédias. Ao chegar perto da luz no fim do túnel pude te encontrar, com seus olhos cintilantes iluminando meu caminho e seu sorriso maravilhoso me aquecendo nessas manhãs frias. Estando aqui ao seu lado, lendo os títulos dos seus livros de cabeceira e vendo as suas figuras de ação na escrivania, reparando nessa forma adormecida de um anjo azul e o jeito calmo de sua respiração enquanto tomo um chocolate quente, me sinto plena, porque sei que meu coração está em bons cuidados, porque sei que o meu lugar é ao seu lado. E essa plenitude só você consegue me dá, uma rara calma que eu já desconhecia. Pego um livro teu e começo a ler para distrair desses meus pensamentos, mais ao mesmo tempo me pergunto se é comigo que estás sonhando, esbanjando um sorriso bobo só de pensar nessa possibilidade. Então você acorda, me olha com esses olhinhos de bola cheio de brilho de um tolo apaixonado e com o seu “bom dia meu amor” vejo que fiz, finalmente, a escolha certa. (M.d.U.A)


De repente a gente nem se fala mais, nem se vê, nem se conhece. De repente a palavra amizade nem faz mais sentido pra gente.
Caio Augusto Leite    (via im-comum)


Essas tuas ironias me machucam como um soco violento no estômago, essas nossas brigas me deformam por inteira. Ando torta pelos cantos, curvada pela dor de nossos desentendimentos e promessas passageiras e com as pernas trêmulas de desgosto ao cair tantas vezes nessa história de teu amor fugaz. Mas ontem, entre esses calafrios de agonia descobri o que deve ser feito. Fui ao clínico geral para ver essas dores que ando tendo no meu braço direito e depois de alguns exames meu médico disse: “Isso é devido à uma lesão de esforço repetitivo, quando mais você mexer, mais vai doer e piorar a situação. Recomendo repouso absoluto, esse é o único jeito de curar essa inflamação”. Mal sabe ele que ao falar isso me aconselhava a curar minha dor física e emocional. Veja, toda vez que mexo nessa história me dói mil agulhas em meu corpo, toda vez que tentamos consertar, fica pior. Talvez seja isso, repousar para curar. Você é o meu esforço repetitivo e meu remédio é me afastar dessa atividade de gostar.

(M.d.U.A)


…mas se minhas palavras por um segundo lhe pareceram ambíguas, me perdoe meu amor. Suponho que seja a falta de saber. Porém, uma coisa lhe deve ser assegurada: meus sentimentos não são de caráter efêmero, não vão esvair-se com o pôr do Sol, não vão desmilinguir-se na chuva. As palavras me faltam, enquanto meus olhos transbordam significados. Olhe para meus espelhos da alma, veja a reciprocidade. Sou todo seu minha pequena, então envolva-me completamente em teu acalanto.
—  Layane Silva, (M.d.U.A)  

memoriasdeumamor:

Cabelos ruivos, encaracolados até os ombros. Seus olhos negros, mas cheios de vida, contradiziam seu jeito de quem um dia foi uma garota sardenta e magrela. Hoje, seu corpo tinha tantas curvas que até mesmo o melhor piloto sofreria acidentes ao tentar dominá-las. Seu vestido exibia suas qualidades físicas que combinadas ao seu sorriso me fazia morrer. Eu, o defunto mais prestativo. Aquela boca, aqueles lábios… O vestido azul turquesa mostrava sua clavícula levemente ressaltada, aquela, que beijei imerso em desejo. Por isso me perco, morro, nasço, e me torturo de amores por ela. Talvez teria sido melhor não tê-la por inteiro do que só por uma noite. Não lembraria com tanta intensidade daquelas gargalhadas ou como ela discutia métodos científicos com tanta precisão. Mulher decidida que me queimava com seus cabelos de fogo, e me devorava com seus olhos selvagens. “Uccidimi con amore, ma per favore non torturarmi così.” Eu lhe sussurrava. Tolo, apaixonado. Desculpe, a tua personalidade ficou gravada em minha alma. Teu cheiro, teu gosto. Teus dedos se espalhando no meu corpo… Lapsos… Tu és apenas um rubi; uma pedra preciosa que nunca poderá ser minha. Seja livre, voe. Adeus quase amor, eu era um combustível antes de te conhecer, hoje, sou apenas cinzas. (M.d.U.A)

memoriasdeumamor:

Cabelos ruivos, encaracolados até os ombros. Seus olhos negros, mas cheios de vida, contradiziam seu jeito de quem um dia foi uma garota sardenta e magrela. Hoje, seu corpo tinha tantas curvas que até mesmo o melhor piloto sofreria acidentes ao tentar dominá-las. Seu vestido exibia suas qualidades físicas que combinadas ao seu sorriso me fazia morrer. Eu, o defunto mais prestativo. Aquela boca, aqueles lábios… O vestido azul turquesa mostrava sua clavícula levemente ressaltada, aquela, que beijei imerso em desejo. Por isso me perco, morro, nasço, e me torturo de amores por ela. Talvez teria sido melhor não tê-la por inteiro do que só por uma noite. Não lembraria com tanta intensidade daquelas gargalhadas ou como ela discutia métodos científicos com tanta precisão. Mulher decidida que me queimava com seus cabelos de fogo, e me devorava com seus olhos selvagens. “Uccidimi con amore, ma per favore non torturarmi così.” Eu lhe sussurrava. Tolo, apaixonado. Desculpe, a tua personalidade ficou gravada em minha alma. Teu cheiro, teu gosto. Teus dedos se espalhando no meu corpo… Lapsos… Tu és apenas um rubi; uma pedra preciosa que nunca poderá ser minha. Seja livre, voe. Adeus quase amor, eu era um combustível antes de te conhecer, hoje, sou apenas cinzas. (M.d.U.A)


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